Integrações
Índice
Conceito
As integrações nativas do PHERP representam processos internos já implementados no sistema, responsáveis por realizar a comunicação automática entre o PHERP e sistemas externos homologados.
Essas integrações diferem das integrações via PHSYS API, pois não exigem a criação de endpoints personalizados nem o envio direto de requisições REST por sistemas externos. Todo o fluxo é controlado internamente pelo PHERP, garantindo padronização, segurança e rastreabilidade.
As integrações nativas utilizam regras específicas de seleção de dados, parâmetros de configuração próprios e controle transacional, permitindo o envio automático das informações conforme os critérios definidos pelo sistema.
Características das Integrações Nativas
As integrações nativas do PHERP possuem as seguintes características:
- Processos internos automatizados
- Utilizam parâmetros de integração específicos
- Possuem controle transacional por registro
- Registram logs e histórico de execução
Fluxo Geral das Integrações
De forma geral, as integrações nativas seguem o seguinte fluxo:
- Seleção dos registros elegíveis para integração
- Criação de um registro de controle interno
- Envio das informações ao sistema externo
- Tratamento de erros e exceções
- Atualização da situação da integração
- Registro de logs para auditoria
Esse modelo garante que cada registro seja tratado individualmente, sem impacto nos demais.
Integrações Disponíveis
Abaixo estão listadas as integrações nativas atualmente disponíveis no PHERP:
Cada integração possui uma página específica contendo o detalhamento técnico, regras de negócio, parâmetros e fluxo de processamento.
Relação com a PHSYS API
Embora as integrações nativas operem de forma independente da PHSYS API, elas seguem os mesmos princípios de segurança, controle e padronização.
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